sábado, 27 de outubro de 2007

Desembainhar.

Se cada dia é uma batalha, qual das minhas armaduras vestirei? A armadura da revolta, da indiferença, da loucura, a armadura da impunidade, da insegurança, ou até mesmo, uma armadura que me torne invisível? Irei de peito aberto ou protegido?

Acho que sairei armado. Armado de uma espada, de balas-de-aço, com os punhos cerrados, armado de boas idéias, carregado de atitudes, com flores, com pedras? Estou de braços atados. Talvez não saia. Será que a clausura é a melhor alternativa?

Enfrentarei meus medos e sairei sem receio, apontarei os culpados e, se eu for um deles, colocarei minha cabeça a prêmio.

Um comentário:

Greta Poltronieri disse...

Eu gostei muito deste....me identifiquei...
Que as lampadas geniais de sua cabeça continuem sempre acesas!!!!!!!!!