A roda gira, gira mundo. É o mundo imundo que gira a roda. A ferrugem, fuligem e a solda, calejam seus braços fortes. Braços que não sabem o sentir de um abraço. Seu presente, mais valia, sem laço. Não há embrulho ou comemoração, só cansaço. Lemos no cartão os dizeres garrafais: Demissão. Assim gira a roda, sem aplausos, condição ou direção.
Eterno... Retorno!
Há 2 dias