sábado, 15 de outubro de 2011

Em pulso (o futuro não espelha essa grandeza)

A roda gira, gira mundo. É o mundo imundo que gira a roda. A ferrugem, fuligem e a solda, calejam seus braços fortes. Braços que não sabem o sentir de um abraço. Seu presente, mais valia, sem laço. Não há embrulho ou comemoração, só cansaço. Lemos no cartão os dizeres garrafais: Demissão. Assim gira a roda, sem aplausos, condição ou direção.

6 comentários:

R.K disse...

é. sem condição.

R.K disse...

ah! descobri por onde encontrei teu blog. Da Carol, do Expresso pra Dois. Uma coisa boa puxa outra coisa boa :)
e a babação continua... haha sorry!

Jéssica do Vale disse...

Ambiente calmo aqui, gostei.
Bom que você gostou do meu espaço,
sinta-se convidado para visita-lo sempre que quiser..
Ótima percepção sobre a rotineira vida mesquinha de cada ser humano.. É como diz o velho Cartola: O mundo é um moinho.

Jaci Rocha disse...

tão maquinais, bonecos de carne e osso a serviço do imperioso patrão.
De fato, sem condição.

Moço das escritas boas, estou tentando seguir vc,mas aqui não estou identificando onde encontro essa opção no teu blog. Como procedo? =)

Luna Sanchez disse...

São mortos os braços que não sabem sentir abraços, por mais fortes que sejam.

Gostei daqui, Thiago.

Jéssica do Vale disse...

Estou seguindo, moço! Espero que me siga também ^^
Pelo visto, por ter gostado do meu post e do meu comentário, você também deve ter bom gosto musical!
Bom final de semana pra você.