sábado, 1 de setembro de 2007

Ziguezagueando.

Ela veio sem graça e me disse: “qual sua graça?” e eu fui me apresentando.

Quando veio com graça, eu pensei “o que se passa?” e fui me aproximando.


Logo dei um abraço, me senti no espaço, ziguezagueando.

Desconcertei seu passo, deixou cair o laço e foi se apaixonando.


É bem assim que acontece quando a gente esquece tudo que é ruim.

Há quem diz que amar é faca de dois gumes, pode ser, não para mim.

2 comentários:

mari disse...

Este seu poema soa como musica, é bem divertido. Curti também o do mendigo, muito interessante. Você escreve bem pakas! bjinhos.

Tarso disse...

Achei este texto bem legal. Também achei que parece musica. abraços.