quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A valsa do desamor.

Vá dizer:

- Eu tô bem.

Pode crer, foi desdém.

Ah! Não posso ser assim, não.

Sempre diz:

- Eu também.

Mas, pra mim não tá bem.

Pouco caso e um copo d’água.

Você quer solidão. Viver na contramão.

Minha calma é perfeição, viu?

Pode ser e será.

Faz assim, deixa estar.

Sentimentos. Sinto muito.

Essa dor não há quem supera.

Quisera.

Pudera.

Vou dizer:

- Eu tô bem também.

2 comentários:

vicente cortello disse...

vejo que a teoria da relatividade mudou mesmo sua vida.

Ale disse...

legal seu blog...muito bom esse texto.
abraço